ARAGOMINAS & XINGUARA
Depois de participar da "posse" de Frei Luiz Carlos da Silva,(coloco entre aspas porque não gosto desse termo, afinal não somos proprietários da paróquia) saí de Goiânia no dia 12/04 às 6h e cheguei a Aragominas às 23h45min.
Tentando atualizar um pouco a situação da missão dos nossos confrades:
A casa frei Tito de Alencar Lima (em Aragominas) é a residência dos nossos irmãos Freis José Maria, Marcos Belei e Xavier Plassat. Somos responsáveis pela paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, das comunidades nas cidades Muricilândia e Santa Fé e mais os assentamentos que estão sob a responsabilidae da Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro: Muricizal, Andorinha, Baviera, Dois Corações, Vitória Régia, Reunidas, Mogno, Dalila, Mata Azul, São Sebastião, Rio Preto, São Gabriel e Barra do Mogno.
VENDE-SE A NATUREZA
Às vésperas da Rio+20 é imprescindível denunciar a nova ofensiva do capitalismo neoliberal: a mercantilização da natureza. Já existe o mercado de carbono, estabelecido pelo Protocolo de Kyoto (1997). Ele determina que países desenvolvidos, principais poluidores, reduzam as emissões de gases de efeito estufa em 5,2%.
Reduzir o volume de veneno vomitado por aqueles países na atmosfera implica subtrair lucros. Assim, inventou-se o crédito de carbono. Uma tonelada de dióxido de carbono (CO2) equivale a um crédito de carbono. O país rico ou suas empresas, ao ultrapassar o limite de poluição permitida, compra o crédito do país pobre ou de suas empresas que ainda não atingiram seus respectivos limites de emissão de CO2 e, assim, fica autorizado a emitir gases de efeito estufa. O valor dessa permissão deve ser inferior à multa que o país rico pagaria, caso ultrapassasse seu limite de emissão de CO2.
Entrevista com Frei Betto
La fe no es una ideología y el marxismo no es una fe
(São Paulo, Brasil, octubre 2011)
Introducción
1. Pensar la relación entre religión y política en la década de los sesenta en América Latina, implica entender que ésta relación está basada tanto en conflictos como en convergencias, en legitimidades como en oposiciones, en luchas como en acercamientos. Lejos de tratarse de una cuestión “epocal” podríamos sostener que “Una mirada de largo plazo nos muestra que en la experiencia histórica particular de América Latina [...] ‘lo político’ y lo ‘religioso’ – más allá de los esfuerzos de racionalizar, controlar y rutinizar ambos espacios - aparecen como ‘modalidades de acción’ donde se imbrican creer, soñar, crear promesas de futuro y, sobre todo, dar sentido.”[1] Es innegable que parte de esa utopía socialista recibió una gran influencia del cristianismo. Es más, como sostiene Michael Löwy, el rol del factor religioso es determinante a la hora de comprender el contexto de efervescencia colectiva[2] y el fenómeno de las guerrillas en América Latina[3].
[1] Mallimaci, Fortunato, “Prologo”, en Donatello, Luis, Catolicismo y Montoneros: religión, política (...)
[2] Coincidimos con Donatello que este concepto, de raigambre en la teoría sociológica clásica, permit (...)
[3] Löwy, Michael, Guerra de dioses. Religión y política en América Latina, 1a ed. en español, México (...)
[4] El escritor Frei Betto es religioso dominico y uno de los principales representantes de la Teologí (...)
2. Con el objetivo de reflexionar sobre la experiencia brasilera de esta época, es que Frei Betto[4] se refiere en esta entrevista a su militancia, a la relación entre religión y política, al diálogo entre marxismo y cristianismo, y a la lucha armada como opción de lucha política, brindándonos algunas herramientas para comprender la compleja relación entre religión y política.


