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Untitled Document MJD - Missão junto as Monjas Pregadoras em São Roque
MJD - Missão junto as Monjas Pregadoras em São Roque aumentar fonte

O Movimento Juventude Dominicana (MJD) realizou entre os dias 08 e 12 de julho de 2010, um mutirão para manutenção da Casa de Retiro das Monjas Dominicanas, localizada no Ibaté-São Roque-SP.
Estiveram presentes 24 jovens dos diferentes grupos: Santuário São Vicente, crisma dessa mesma paróquia e os adolescentes dominicanos do Colégio Santa Catarina de Sena.
A juventude demonstrou muito empenho, interesse e alegria, própria do carisma dominicano em realizar as tarefas, tais como: a limpeza da casa e do quintal, dos jardins e poda das árvores.
Senti o grupo bem unido, feliz e entusiasmado, com vontade de seguir Cristo no estilo de Domingos. Percebi os pilares da Ordem Dominicana acontecer entre os jovens, nestes quatro dias: a oração, o estudo e a vida fraterna.
Tivemos a alegria de receber a visita de nossa amiga: Rita de Castro (do Voluntariado Teresa de Saldanha) e representante do MJD de Lisboa – Portugal. Veio participar conosco e partilhar experiências, só temos que dar graças a Deus!
Frei Mariano Foralosso também marcou presença amiga e nos presenteou com uma deliciosa macarronada!
Por fim, vale destacar a tarde de música que tivemos com as crianças da Estação do Trem em Osasco e a manhã de conversa com as Monjas. Que brilhante e que testemunho de vida!(Ir. Josenilde Marques op)

Acompanhe a impressão de alguns jovens!

"Essa viagem pra São Roque foi uma grande experiência para mim. Quando soube da proposta da viagem fiquei empolgado. Chegando na casa, vi que teríamos muito trabalho pela frente. Conforme nos dividimos em grupos e tarefas, aos poucos dávamos conta de todo o serviço. Para mim, nascido na cidade, jamais imaginei que um dia pegaria em uma enchada para arrumar a terra e podar algumas arvores.

Trabalhos a parte, esses dia que passamos em São Roque foi um trabalho de autoconhecimento. Afastado do barulho, stress e correria da cidade, tive a oportunidade de me conhecer melhor e principalmente conhecer melhor as pessoas que estavam comigo. Na minha caminhada com o grupo, sempre fui muito tímido e reservado. Em São Roque deixei isso de lado. Fiz novas amizades e reafirmei outras. Essa viagem significou uma mudança muito grande na minha maneira de agir, pensar e ver o mundo e as pessoas. Fez eu acreditar mais em mim, e ser mais aberto às pessoas."(Gustavo Campiollo - Membro MJD)

"O objetivo de termos ido à São Roque era o de dar uma arrumada na casa de retiros que ali existe e que ficou sem cuidados depois que as monjas saíram de lá, os jardins da casa tinham sido tomados pelo mato, os quartos cheiravam a mofo, assim como a capela.

Estavam presentes jovens da Paróquia São Vicente de Paulo e do Colégio Sta Catarina de Sena.

Nos dividimos em equipes, uma ficou responsável pelos jardins, outra pela limpeza da parte interna da casa.

Além de limpar e arrumar essa casa tivemos a oportunidade de visitar o mosteiro, conhecer a capela que está sendo construída lá e conversar com as monja que ali moram.

As duas experiências foram muito enriquecedoras, pôr a mão na massa para ajudar a arrumar um espaço que futuramente poderá ser usado por nós nos é bom pois cria uma cultura de cuidado com o que usamos. Conhecer pessoas de um outro grupo do MJD faz perceber que o movimento está crescendo e que o carisma no qual acredito e vivo está sendo partilhado e vivido por outros.

As monjas foram muito legais com a gente, elas e o frei Mariano, que celebrou a missa na capela que está sendo construída lá, tiraram dúvidas e explicaram como é a vida na clausura e por que elas escolheram levar essa vida, nos mostraram uma imagem que não tem nada a ver com aquela de mulheres aprisionadas num convento."(Victor Alarcon -  Membro MJD)

“Em São Roque pude perceber como trabalho e felicidade complementam-se. Todos trabalhamos unidos e à noite, apesar do dia cansativo, a disposição não acabava, alimentada pela alegria de estar com os amigos."(Diego Rodrigues - Membro MJD)
 

"Tive uma experiência interessante no Mutirão de São Roque.
   Na semana da viagem, já me preparei para o trabalho, para o servir. Já havia feito experiências semelhantes em menor escala, portanto, não achei dificuldades no preparo, muito menos no momento. Fui avante com esta proposta de trabalho, e trabalho árduo. Tanto que, ao final da viagem, tenho que confessar que pela primeira vez não lancei mão de julgamentos gerais, sobre a viagem ou sobre as pessoas, se trabalharam ou não, porém, refleti internamente, sobre meu papel, meu preparo, meu trabalho. Tantos "meus" pode soar egoísta, mas creio ser necessário esse "olhar para si".
  Porém, dois momentos que me chamaram a atenção foram externos ao local de realização do mutirão. Um deles ocorreu na antiga estação ferroviária desativada de Maylaski, que hoje é um Centro Cultural. A Dona Chiara, membro da Família Dominicana, nos convidou para fazer um encontro sobre música com as crianças e jovens daquela região. Falamos sobre música, tocamos e interagimos com as crianças, e ao final, elas já tocavam os instrumentos sem ninguém pedir. Fiquei feliz que proporcionamos este contato a elas, da música, da música quanto arte. Devo agradecer aqui a Dona Chiara, que neste encontro proporcionou um momento de confraternização com as crianças, com lanche e refrigerante e tratou do nosso transporte.
   Outro momento foi o encontro com as monjas da Ordem dos Pregadores que vivem em clausura. Fui armado com uma inflexibilidade para este encontro, pensando o quão paradoxal é a vida enclausurada, uma vez que há um mundo necessitando da emergência da ação de pessoas. Porém, no momento do "recreio" com as monjas, após a celebração, Frei Mariano nos convidou a conversar com elas, e nos fez refletir sobre a vida na clausura. Foram expostas mais contradições, e a partir daí comecei a perceber quanto é contraditória a vida cristã mesmo. O quanto de loucura tem que haver, o quanto de irracional que é, mas é claro, havendo a justa medida das coisas. Os momentos de oração e partilha que praticávamos todos os dias também foram importantes para rememorarmos o dia, nos lembramos como irmão, ouvir a Palavra e acima de tudo, sair de lá com a proposta de praticá-la. Tivemos também dois momentos de alegria e descontração, pois duas aniversariantes estavam conosco, a Lívia e a irmã Jô. "(Osvaldo Meca - Membro MJD)

 

"Bom, a missão foi uma experiência muito boa, por ter a oportunidade de conhecer novas pessoas que fazem parte do grupo, selar boas amizades, e de ter um lugar "próprio" do grupo. Além de conhecer novas pessoas, as experiencias de trabalho também foram muito boas. As discussões nas orações também foram muito interessantes, por abrir caminhos para pensamentos diferentes." (Pedro Nucci - Colégio Santa Catarina de Sena - MJD)

"Participar do mutirão em São Roque, foi uma ótima experiência.

O lugar é muito bonito, mas não estava em condições de ser usado.  Nos dividimos em dois grupos e assim conseguimos fazer o trabalho que tinhamos em mente. Um grupo cuidou da jardinagem eo outro da limpeza dos quartos e da capela.

Foi muito bom conhecer pessoas novas, pois três alunos do Colégio Santa Catarina de Sena participaram do mutirão.

Outra parte da viagem que eu gostei muito, foi o encontro com as monjas, elas são maravilhosas e responderam todas as nossas perguntas.

O mais importante de tudo isso, foram as orações que faziamos de manhã cedo e de noite.

Sempre fazemos as orações, não importa se é retiro, mutirão ou uma simples viagem em grupo, o importante é ter o momento de contemplação."(Jaqueline Satiro - Membro MJD)

 

 








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